segunda-feira, 11 de junho de 2018

Sobre o músico cristão tocar em eventos mundanos


Deve o músico cristão tocar em eventos não cristãos? Com Jesus aprendemos que nem todas as perguntas merecem respostas objetivas. Às vezes, é importante fazer com que o interlocutor reflita e tome a decisão correta. Certa vez, seus oponentes perguntaram ao Mestre se era lícito pagar tributo a César (Mt 22.17). Ele podia ter dito simplesmente “sim”, mas preferiu, antes, apresentar-lhes duas perguntas para reflexão. E, ao ouvir deles a resposta de que a moeda do tributo fazia referência a César, lhes disse: “Dai, pois, a César o que é de César e a Deus, o que é de Deus” (vv. 18-21). Neste artigo, seguirei esse exemplo do Mestre, haja vista a complexidade da pergunta proposta.

Se partirmos do pressuposto de que os hinos de louvor a Deus são “música cristã”, e as composições seculares fazem parte do que chamamos de “música mundana”, a resposta à questão em apreço parecerá simples. Mas, o que define a música cristã e a música mundana? Se dissermos que toda música produzida

segunda-feira, 14 de maio de 2018

Mais que 70 anos de independência, Israel celebra 3 mil anos de superações

Nesta segunda-feira (14), Israel celebra seus 70 anos de independência, marcada pela criação do seu Estado, após uma votação histórica da ONU em 1948. Com 33 votos a favor, 13 contra e 10 abstenções, a ONU aprovava a divisão daquelas terras entre um estado judeu e outro árabe.
Porém, sabe-se que a história do povo de Israel vai muito além do reconhecimento e da criação de seu estado com ajuda da ONU. Israel tem mais de 3.000 anos de história, marcados por intensas perseguições de outros países, mas também por superação a cada

sábado, 12 de maio de 2018

Paulo, a ressurreição e a doação de órgãos

A posição do Apóstolo Paulo quanto à ressurreição dos mortos é absolutamente firme, ele chega a declarar que sem ressureição não há esperança: “E, se não há ressurreição de mortos, também Cristo não ressuscitou. E, se Cristo não ressuscitou, logo é vã a nossa pregação, e também é vã a vossa fé” (1Co 15. 13.14).
Portanto, temos convicção que “ressuscitaremos para participar da sorte do Cristo na parusia; a ressurreição dEle é penhor e prelúdio da nossa” [1]. A ressurreição é imprescindível afim de que os que morreram em Cristo possam participar com os que estiverem vivos da grande festa do retorno de Cristo “a encontrar o Senhor nos ares (1Ts 4.17).
Paulo ensina que aqueles já partiram dormem em Cristo (1Co 15.16-18). A morte não é aniquilamento: “É apenas um sono para eles. É um descanso, um descanso imperturbado... Eles serão ressuscitados da morte, e despertados do seu sono, porque ‘Deus os tornará a trazer com Ele’ (1Ts 4.14b)... é um grande antídoto contra o medo da morte e a tristeza excessiva pela morte de nossos

Israel aumenta a segurança de Jerusalém antes da mudança da embaixada dos EUA

A polícia israelense está coordenando os serviços de segurança com os EUA antes da mudança da embaixada americana de Tel Aviv para Jerusalém, marcada para 14 de maio, disse o porta-voz da polícia de Israel, Micky Rosenfeld.
"Extensas medidas de segurança serão implementadas ao longo desse período e, ao mesmo tempo, a polícia israelense estará realizando medidas de segurança, não apenas na área de Jerusalém, onde estamos agora, mas também nas áreas de perímetro, a fim de evitar a ocorrência de incidentes", Rosenfeld disse à CBN News.
O presidente Trump reconheceu Jerusalém como a capital de Israel em dezembro passado e, em fevereiro, anunciou que a embaixada se mudaria em maio. Na última segunda-feira,

quinta-feira, 26 de abril de 2018

O uso correto dos dons espirituais

A Igreja Assembleia de Deus pauta sua liturgia nos textos paulinos. O apóstolo orienta os crentes a procurar “com zelo os melhores dons” (1Coríntios 12.31), e na concepção paulina os melhores dons são aqueles que mais edificam a Igreja (1Coríntios 14.5).
Assim, na liturgia assembleiana, aquele que tem o dom de “variedades de línguas” é exortado a orar para que possa interpretar (1Coríntios 14.13). Se não houver intérprete,deve ficar calado (1Coríntios 14.28), pois o que fala língua estranha sem interpretação não edifica a Igreja (1Coríntios 14.3) [1].
Ainda seguindo a orientação de Paulo, é preciso manter a ordem no falar línguas em

terça-feira, 17 de abril de 2018

Você é o nosso Convidado para Participar das Apresentações de Negócios da Marka da Paz neste fim de semana 20 e 21 de abril nas Cidades de Nunes Freire, Presidente Médici e Maranhãozinho. Confira os locais e horário!




Marka da Paz é uma empresa que ajuda pessoas a mudar de vida, realize todos os seus sonhos e de sua família. 
Vai ser uma grande apresentação do Plano de Negócios Marketing Multinível.
E você, que tem ou quer montar seu próprio negócio, ter sua independência financeira,  você empregado, desempregado, lojistas, empreendedores etc. Sintam-se todos convidados para estarem presentes, nas apresentações de negócios  que serão realizadas nos dias 20 e 21 de abril de 2018 nas cidades: 
Governador Nunes Freire, dia 20 as 19:00h no auditório  do Colégio Hamilton Werneck. 
Presidente Médici, dia 21 as 9:00h no AUDITÓRIO da Prefeitura.
Maranhãozinho, no dia 21 as 15:30h no Centro de Convivência.
Os palestrante serão: George Souza(prata), Alexandre Tavares e Jeorge Lima(platina) da Marka da Paz.
Conheça os produtos Marka da Paz: Acessórios, Baby Look'ks, Bermudas, Blusas, Camisas, Cuecas, Calças femininas e masculinas, Moletons, Polos, Regatas, Vestidos, Saias e muito mais disponíveis no site.

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domingo, 1 de abril de 2018

O professor de Escola Dominical na era digital

Lembro-me, saudoso, das primeiras aulas que ministrei na ED, em 1988, quando ainda não havia textos com subsídios para a lição do próximo domingo e videoaulas na grande rede. Aliás, naquele tempo, sequer sabia o que era navegar pela web! Empunhando a minha primeira Bíblia — que hoje faz parte do meu museu particular, aqui em casa — e um exemplar de Lições Bíblicas, falava com certa desenvoltura, para um jovem de apenas 18 anos, a uma classe de juvenis bastante atenta. À época, também não existia smartphonepara desviar a atenção dos alunos.
Não era muito fácil preparar uma aula de ED, no fim do milênio passado. Eu começava a orar e a estudar a próxima lição desde a segunda-feira; e fazia questão de ler cada texto bíblico, procurando encontrar na própria Palavra de Deus as respostas para as principais perguntas que os jovens poderiam fazer. Mas também dispunha de um dicionário bíblico que ganhara da minha mãe, além de uma concordância abreviada, alguns livros especiais — de autores como Antonio Gilberto, Eurico Bergstén, Abraão de Almeida, Severino Pedro da Silva etc. — e um minidicionário da língua portuguesa.
Como os tempos mudaram! Agora vivemos na era digital e fazemos parte da sociedade de informação — uma das marcas dos tempos pós-modernos —, que opera com base numa rede de comunicação organizada. Trata-se da Internet, criada em 1969, a qual cobre todo o globo e é responsável por conectar a world wide web (rede mundial de

Cristo, nossa Páscoa, sacrificado por nós!

“Alimpai-vos, pois, do fermento velho, para que sejais uma nova massa, assim como estais sem fermento. Porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós” (1Co 5.7)


1. A páscoa foi celebrada pela primeira vez aproximadamente em 14 de abril de 1445 AC (Cerca de 3.500 anos). O evento está registrado no livro de Êxodo 12. Aconteceu após 430 anos de Israel no Egito. Foi celebrada no mês Nisã-Abibe (Março-Abril) que passou a indicar e representar um novo começo para a nação que deixaria o cativeiro para trás. Cada família deveria escolher um cordeiro macho, de um ano e sem defeito. No 14º dia o cordeiro foi sacrificado e seu sangue foi colocado nos umbrais e vergas da porta das residências.
 2. Dentro de cada casa os israelitas celebraram a páscoa cujo cardápio consistia de carne assada, pães asmos (sem fermento) e ervas amargas. Os membros de cada família participaram com os lombos

sábado, 24 de março de 2018

Há diferença entre cobrar cachê e receber oferta?




Na atualidade, está se tornando comum a pergunta: “Qual é o seu cachê?”, quando se convida um mensageiro de Deus para pregar ou ensinar as Escrituras. Quando me fazem essa pergunta, respondo o seguinte: “Não cobro cachê para ministrar a Palavra, porém aceito uma ‘oferta’, a qual, evidentemente, como esse próprio termo sugere, fica a critério da igreja”. Apesar de alguns irmãos — acostumados a tratar com celebridades gospel — estranharem esse meu procedimento, me baseio na Bíblia, a começar pela conduta de Daniel diante do rei Belsazar, na Babilônia.

De acordo com Daniel 5.1-17, esse profeta recusou-se firmemente a aceitar os presentes de Belsazar, a priori, o qual lhe pedira a interpretação da escritura que

vídeos gospel de Pres. Médici-MA

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